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A saúde mental - O que é e como controlar



A saúde mental tem vindo a ganhar cada vez maior importância quando se aborda a saúde pública e particularmente as doenças relacionadas com a população mais idosa. Hoje vive-se mais, mas nem sempre com a qualidade desejável. As doenças mentais, particularmente as doenças degenerativas que se agravam com o passar dos anos, como as demências, eram ignoradas ou desvalorizadas ou muitas vezes nem se chegavam a desenvolver. Hoje são comuns numa larga percentagem de idosos, o que levanta novas questões na deteção das mesmas e cuidados associados.

Por isso, se está preocupado com a sua saúde mental, ou dos seus familiares, não está sozinho. Milhões de pessoas fazem as mesmas perguntas: Como posso manter o meu cérebro saudável? O que fazer ao detetar alterações de memória? Como ajudar alguém que sofra de uma doença mental?

Na My Home temos contacto quase diário com pessoas que sofrem de demência. Algumas vezes as famílias não compreendem exatamente o que se está a passar ou por vezes entram em negação e recusam-se a aceitar a situação. Pode ser um processo longo, confuso e frustrante: a demência vai evoluindo, os sintomas alteram-se, as fases sucedem-se e os comportamentos mudam. Não há respostas finais, a adaptação tem de ser permanente para acompanhar as alterações dos clientes.

Mas não tem de ser sempre assim. A sensibilização das pessoas para as questões relacionadas com a saúde mental pretende levar a situações de diagnóstico precoce, para que as terapias disponíveis, cada vez mais desenvolvidas, possam ser utilizadas mais cedo, assegurando uma evolução mais lenta da doença e uma maior e mais prolongada qualidade de vida aos doentes. É de extrema importância que as pessoas de todas as idades e comunidades, mas especialmente os mais idosos, sejam acompanhados frequentemente por um neurologista ou um gerontólogo, para que sejam detetadas quaisquer alterações de memória e/ou comportamentais que possam ser sintomas de um problema de saúde mental.

Existem ferramentas de diagnóstico online, permitindo que, de uma forma simples e rápida, consiga avaliar se está perante um possível cenário de demência. Um exemplo é o BrainGuideTM by UsAgainstAlzheimer’s, uma ferramenta grátis, mas disponível apenas em inglês. Esta plataforma oferece questionários confidenciais, com sugestões para qual o melhor percurso a seguir. É apenas um pré-diagnóstico e não substitui uma opinião especializada, mas pode ser um primeiro passo importante para uma tomada de consciência relativamente a uma possível situação de doença mental.

A crescente preocupação sobre a saúde mental é um esforço global. À medida que os cientistas aprofundam o seu conhecimento sobre o funcionamento do cérebro, fica também mais claro o que podemos fazer para o manter saudável. 

 

4 passos básicos para controlar a saúde mental

1.   Procure uma vida saudável, com boa alimentação (nada de excessos), exercício, horas e padrão de sono adequados, stress controlado. Algumas pesquisas indicam que estes fatores reduzem em 40% o risco de Alzheimer ou outras demências.

2.   Exercite o seu cérebro para o manter ativo. Procure jogos, problemas, enigmas que trabalhem o cérebro. Fisiologicamente o cérebro não é um músculo, mas os neurónios quebram-se e são construídos como os músculos. Por isso, precisa de ser exercitado para que fique mais forte e resistente.

3.   Consulte um médico especialista. Uma breve consulta pode descansá-lo quanto à sua saúde mental, ou fazer toda a diferença caso se esteja a desenvolver qualquer problema. Traçar um plano numa fase precoce de uma doença mental pode significar uma diferença de mais de uma década no desenvolvimento dos sintomas e na perda da qualidade de vida. E com a rápida evolução dos tratamentos disponíveis, a possibilidade de retardar ou estagnar os sintomas é cada vez mais real.

4.   Se está preocupado com a situação de algum familiar ou amigo, não tenha receio de falar sobre o assunto. Desperte-os para esta realidade, quebre os tabus e o receio do estigma social. A reação pode não ser a melhor, mas a alternativa de deixar a situação evoluir e piorar será certamente pior.



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